domingo, 24 de julho de 2011

MANGUEZAIS Conhecer para Preservar: Uma revisão bibliográfica

O livro que aborda em linguagem clara o ecossistema manguezal, escrito pelo geógrafo (Uesc) e mestrando em conservação da biodiversidade e desenvolvimento sustentável pela ESCAS-IPÊ, Reinaldo Martins Lemos, estará disponível em breve.
Segundo o autor, este livro surgiu da necessidade de se ter acesso a informações básicas sobre o ecossistema manguezal em um único material que proporcionará suporte aos estudos e pesquisas sobre o tema. Vale conferir.

Acesse o site para ler o livro http://www.manguezais.vilabol.uol.com.br/livro.html

Sobre o autor:

Reinaldo Martins Lemos

Possui graduação em Geografia pela Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC (2005). Especialização em Educação Geoambiental - FACSUL/UNIME (2007), Especialização em Biologia de Florestas Tropicais - UESC (2008) e Especialização em Direito Ambiental - UNIP (2010) e Mestrando em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável pela ESCAS/IPÊ. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Ambiental, Meio Ambiente, Direito e Legislação Ambiental, Tutoria, Metodologia Científica, Educação Ambiental e Segurança Pública. Atualmente é Investigador de Polícia Civil da Bahia, lotado na Delegacia de Proteção Ambiental - DPA (Sede em Ilhéus/BA), Tutor da Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP e da Universidade do Norte do Paraná - UNOPAR (Pólo Ilhéus/BA).
E-mail/MSN: pcreinaldo@hotmail.com
Skype: rei.lemos
Site: http://lattes.cnpq.br/1790979950476926

terça-feira, 3 de maio de 2011

Seminário para

Gestores Ambientais

10 e 11 de maio de 2011

Auditório da FTC

Itabuna - Bahia


Dia 10/05

18h Abertura

Gestão Ambiental Compartilhada

Kitty Tavares (Secretaria Estadual de Meio Ambiente)

Plano Diretor Municipal

Edmundo Ramos Filho - Consultor

Importância do Conselho de Meio Ambiente e Responsabilidades do Órgão Ambiental

Guilhardes de Jesus Júnior (UESC/FTC)

Dia 11/05

14h Inicio das Atividades

Procedimentos para o Licenciamento Ambiental

Joelia Sampaio (AF Ambiental)

Exigência dos Planos e Programas

Antonio Fontes de Faria Filho (CEPLAC/FTC)

Supressão de Vegetação e Reserva Legal

Outorgas de água e lançamento de efluentes tratados

Fiscalização Ambiental

Otavio Campos Neto (DPA)

Dia 11/05

19h Mesa Redonda: Importância e Elementos do EIA/RIMA

Moderador: Flávio Leopoldino (FTC)

Marcelo Bramucci - IBAMA

Rui Rocha - Instituto Floresta Viva

Nazal Soub - Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Ilhéus

Cláudio Lyra – Mirabela Mineração do Brasil

Aline Salvador - Ministério Público

As inscrições podem ser feitas:

8h às 12h e das 14h às 18h na AF Ambiental Itabuna/Ilhéus - 73-3634-9402

18h às 22h na FTC Itabuna


Fonte: http://www.afambiental.com.br/

sábado, 23 de abril de 2011

IV Seminário de Educação Geoambiental - 27,28 e 29 de Abril de 2011


O evento acontecerá na cidade de Ipiaú-BA; com mesas-redondas, palestras, oficinas, minicursos e apresentação de trabalhos por estudantes de graduação, estudantes de pós-graduação e outros pesquisadores, em torno do tema central “Biodiversidade e consciência ambiental”, o público-alvo é: professores da educação básica, estudantes de pós-graduação e demais interessados com a temática interdisciplinar.

O IV Seminário de Educação Geoambiental tem o apoio da Capes, e, todos os trabalhos apresentados serão publicados em Anais (CD-Rom com ISSN 2178-1915).
Compareça e contribua!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

RPPN MÃE DA MATA PROMOVE O TURISMO PEDAGÓGICO EM ILHÉUS

Alunos do Senar em visita à RPPN Mãe da Mata

A Mãe da Mata -RPPN está situada nas históricas terras do Engenho de Sant'Anna , as quais pertenceram a Mem de Sá, Terceiro Governador Geral do Brasil, tendo sido doadas ao mesmo em 1537, pelo Donatário da Capitania de São Jorge dos Ilhéus, Jorge Figueiredo Correia.

Distando apenas 15km do centro de Ilhéus, a Reserva com sua imensa Biodiversidade é um local ideal para aulas de Educação Ambiental , Administração, História do Brasil, Ecologia, Hidrologia, Geografia, Agronomia, Economia, Contabilidade Ambiental, Biologia, Farmacobotânica, Botânica, Zoologia, Desenvolvimento Ambiental, Saúde Ambiental, Turismo Ecológico, reflexão, relaxamento, meditação e descanso.

Com uma Agricultura orgânica certificada e diversificada, em outra área da propriedade, os alunos, professores e visitantes, conhecerão os cultivos de cacau, cupuaçu, pupunha, açaí, banana, etc, em sistemas Agro Florestais e também uma indústria de álcool bio combustível.

"A nossa intenção é proporcionar às escolas um espaço onde os alunos constatem, comparem, avaliem, valorem, decidam, intervenham e principalmente, aventurem-se, tornando-se presenças conscientes e transformadoras no mundo", afirma Ronaldo Santana, gestor da RPPN e vice-presidente da Câmara do Turismo da Costa do Cacau.

A fauna - animais terrestres e aves - é também preservada e muito diversificada, com algumas espécies em extinção sendo estudadas por importantes Universidades Brasileiras como USP e UESC. A flora - com matas primárias e árvores centenárias, é também preservada e muito diversificada, com algumas espécies em extinção sendo estudadas por pesquisadores de renome em convênio com a UESC/CEPLAC/JARDIM BOTÂNICO DE NOVA YORK.

Vale fazer uma visita a este maravilhoso cenário pedagógico.

Informações e visitas: 73 3231 5563/ 8106 6068
E-mail: cooperbomturismo@hotmail.com

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O turismo e a paz – uma indústria de 15 bilhões de apertos de mão

by Mister Colibri.

Mais um artigo inteligente e que nos faz pensar. Essas são carcterísticas presentes nos textos do meu querido amigo, Edgar. Boa leitura!

“Onde estão os negócios para a paz?

Para a guerra nós sabemos muito bem, disse-me minha nova amiga Elisa Guerra, ex- presidente da BPW, Business Professional Women, que acaba de voltar de um evento da ONU.

Onde esta a indústria para a paz? Quais são suas fabricas, redes de varejo, oficinas, sindicatos ?

Quanto essa indústria fatura por ano ? A da guerra nós sabemos. Basta ler um War Production Report, uma Weapons and Business, ou acompanhar os relatórios do Pentágono americano.

A indústria para a paz e o entendimento entre as nações chama-se turismo.

Um hotel, ou uma casa de hospitalidade, foram criados para bem receber. Para acolher. Para promover encontros. Incontáveis acordos de paz.

A indústria do turismo promove 750 milhões de viagens inter-paises por ano, além de alguns bilhões de viagens domesticas.

São 750 milhões de pessoas circulando e apertando as mãos de pessoas. Se cada um desses viajantes apertar as mãos de 10 pessoas durante sua viagem, serão 7,5 bilhões de apertos de mao. Considerando o outro, o da mao apertada, serão 15 bilhões de pessoas se apertando as mãos. Mãos de pessoas de locais diferentes, de culturas diferentes.

15 bilhões de apertos de mao. 15 bilhões de sinais de paz. De atualizadas versões do cachimbo dos indígenas norte-americanos. Entre pessoas de culturas e tradições diferentes, que estarão aprendendo a cada novo aperto de mao.

São 15 bilhões de chances de conhecer o outro, de compreender seu modo de pensar, de entender seu modo de vida, de respeitar suas tradições. De amar seu semelhante, crescendo e se enriquecendo nesta troca. De criar vínculos, seja de que tamanho ou forma forem.

Já que o turismo, a hotelaria, são a indústria da paz, cabe a criação do cargo de Gerente de Entendimento, Gerente de Compreensão, ou Gerente da Paz. Ou, que os hotéis dediquem um por cento do seu tempo de reuniões para discutirem como seu estabelecimento pode e deve contribuir para ser um estabelecimento para a paz. De entendimento entre pessoas, povos e países. Os olhos de minha amiga Golda brilham quando ele conta como trouxe monges, pastores e dignitários de outras crenças para criarem eventos em seu hotel. Golda é uma hoteleira que gosta de construir pontes.

É a paz e o entendimento servindo como matéria prima de primeira ordem nos negócios do turismo.

Quando um jovem vai estudar hospitalidade ou turismo, ele quer ser hospitaleiro, conhecer e entender os povos e as nações, aprender, saciar sua curiosidade pelo universo, e ser uma ponte para irradiar a paz.

As empresas hoteleiras supostamente acham que negócios são negócios e a única linguagem entendida são room-nights, ocupação, valor da diária, preço net, margem, etc…

Esqueceram-se do por que as pessoas originalmente as procuram. O que as fazem cruzar países e oceanos. Buscando o que? O que buscam os turistas?

Na essência os turistas buscam paz. Harmonia. Compreensão. Beleza. Fumaça branca.

E como podem as empresas hoteleiras atuar?

Promovendo mais e mais o entendimento, a compreensão e a paz entre hospedes e funcionários, entre hospedes e hospedes, entre hospedes e comunidade local e entre funcionários e comunidade local.

Internacionalmente cada turista deve levar em sua bagagem mais um passaporte. Este, invisível, emitido pela ONU. Diplomático. Que lhe outorga o posto honorário, temporário, de embaixador da paz. Com os deveres inerentes a função. O de promover a paz e o entendimento entre os homens por onde passar.

Nos brasileiros sabemos muito bem o que isso significa. Somos um povo naturalmente amante da paz.

Se ao Brasil couber uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, e se a organização passar pelas necessárias reformas e atualizações, poderia ser criado um posto, o do pais-mediador. E a este posto o Brasil concorreria com fortes credenciais.

Quando um viajante entra em contato com a comunidade de Marcelino, nos Lençóis Maranhenses ele esta realizando um ato pela paz. Pelo entendimento. Pela compreensão. É um mini Tratado de Paz.

15 bilhões de pessoas podem estar assinando tratados de paz todos os dias. Isto não e formidável ?
Que outra indústria tem tanta chance de propiciar a interação cara a cara das pessoas, sua integração, e por conseqüência, a paz entre os seres humanos?

Ao lado da Internet, outra grande ferramenta da paz, só que sem contato pessoal, o turismo e a maior ferramenta que o planeta tem para promover a paz.

Saibamos usá-la ao maximo. Criemos programas, softwares, para ela. Engajemos a indústria da TI, seus profissionais, tão ricos e exitosos, a nos ajudar nessa travessia.

O turismo precisa de muito mais transversalidade. Pois ele pode ser, e possivelmente e, a indústria com mais potencial para estabelecer relações, nexos, entre pessoas, comunidades, eco sistemas, naturais e urbanos, no planeta.

Esta na hora da indústria do turismo realizar uma mudança paradigmática e enxergar seu papel primordial como indústria para a paz.

Criemos a cadeira de Turismo para a Paz nas faculdades de turismo. Ensinando nossos estudantes a planejar estratégias e táticas para extrair o maximo do ingrediente paz dos produtos e do planejamento turísticos.

Cabe as entidades outorgantes de prêmios criar a categoria Paz.

O desafio esta lançado. O tema e planetário e esta maduro para ser abraçado. Empresas, organizações, planejadores, educadores, profissionais. Inovem, criem, ousem. A paz agradece.”

Fonte:http://freeway.tur.br/blogdafreeway