segunda-feira, 16 de agosto de 2010

2ª TURMA DO MESTRADO EM CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM SERRA GRANDE

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Teve início neste dia 16 de agosto a 2ª turma do Mestrado em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS/IPÊ campus Serra Grande.
Os mestrandos, Maria C. Morais, Maria de Lourdes, Aine Valéria, Walter Lima de Sousa, Rones Flasgordes, Juca Cunha, Ana Claudia, Raquel Mendes, Fábio Lopes, Natália Coelho, Reinaldo Martins e Marco Aurélio, assistiram a primeira aula com as professoras Cristiana Martins, doutora em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas que atualmente exerce a função de coordenadora e professora deste mestrado e Suzana Pádua, doutora em educação ambiental, presidente do IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, fellow da Ashoka, líder Avina e Empreendedora Social Schwab. Ambas portanto super competentes em suas áreas de atuação.
Foi uma tarde de interação com dinâmicas que favoreceram o perfeito entrosamento entre os mestrandos.

Foto: Paraíso
Texto: Maria Morais

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aquífero Alter do Chão é o maior reservatório de água do planeta descoberto recentemente na amazonia

O aquífero Alter do Chão já era conhecido dos cientistas. Eles só não sabiam que era tão grande.
Em nenhum outro lugar ela é tão farta. Tirando as geleiras, um quinto da água doce existente no mundo está na Amazônia. Parece muito, mas os rios e lagos do lugar concentram só a parte visível desse tesouro.

Debaixo da terra existem lagos gigantes, de água potável, chamados aquíferos.

Até agora, o maior do planeta era o Guarani, que se espalha pelo Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Mas, um grupo de pesquisadores acaba de revelar que o aquífero Alter do Chão, que se estende pelo Amazonas, Pará e Amapá, é quase duas vezes maior.

"Isso representa um volume de água de 86 mil quilômetros cúbicos. Se comparado com o Guarani, por exemplo, ele tem em torno de 45 mil quilômetros cúbicos", explicou Milton Mata, geólogo da UFPA.

A maior parte do aquífero Guarani, no sul do Brasil, está debaixo de rocha. Já no aquífero na Amazônia tem terreno arenoso. Quando a chuva cai, penetra com facilidade no solo. A areia faz uma espécie de filtro natural. A água do reservatório subterrâneo chega limpa, boa para beber.
Perfurar o chão de areia é fácil e barato. O poço nem precisa de estação de tratamento químico. Na casa de Márcia a água sai direto para torneira. "Pode beber. É bem limpinha", contou.

Dez mil poços particulares e 130 da rede pública já usam o aquífero para abastecer 40% da população de Manaus. Mas a maior parte da cidade ainda depende da água dos rios.

"Você pode abastecer todas as cidades da Amazônia com Alter do Chão sem problema e deixar de usar águas superficiais que estão todas contaminadas", falou o geólogo.

Agora, os pesquisadores querem ajuda da Agência Nacional de Águas e do Banco Mundial para concluir o estudo. Num planeta ameaçado pelo aquecimento, o aquifero Alter do Chão é uma reserva estratégica.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje

domingo, 25 de julho de 2010

TURISMO SUSTENTÁVEL

foto e texto: maria morais

O Turismo sustentável atende, simultaneamente, às necessidades dos turistas e das regiões receptoras, ao mesmo tempo em que protege e amplia as oportunidades para o futuro. É um condutor ao gerenciamento de todos os recursos, de tal forma que as necessidades econômicas, sociais e ambientais possam ser satisfeitas sem desprezar a manutenção da integridade cultural, dos processos ecológicos essenciais, da diversidade biológica e dos sistemas que garantem a vida.
O planejamento e prática do turismo sustentável é a mais eficaz forma de evitar a ocorrência de danos irreversíveis nos meios turísticos, de minimizar os custos sociais, econômicos e ambientais que afetam os moradores das localidades, e de otimizar os benefícios do desenvolvimento turístico.
Uma forma de se fazer este tipo de turismo é através do cooperativismo. O turismo cooperativo rural abre uma porta para a sustentabilidade e conservação da biodiversidade.
Em Ilhéus-Bahia, existe uma cooperativa de turismo que atende a este tipo de turismo, acesse www.cooperbomturismo.blogspot.com ou via e-mail cooperbomturismo@hotmail.com para mais informações.


fonte: act


domingo, 18 de julho de 2010

ALUNOS DA UNOPAR POLO ILHÉUS APROVADOS PARA O MESTRADO EM CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Os alunos da UNOPAR-Ilhéus, Maria C. Morais e Rones F. Sousa foram aprovados em 1º e 5º lugar respectivamente, para o Mestrado em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS - Campus Serra Grande.

Aprovado e reconhecido pela CAPES, o Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável está entrando em seu terceiro ano é considerado inovador por seguir uma tendência de mercado ao unir teoria e prática.

O mestrado é ministrado pela ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, universidade localizada em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, que nasceu da união entre o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – e a Natura Cosméticos, pelo compromisso de ambos em conservar os recursos socioambientais brasileiros.

O Mestrado é voltado a profissionais de empresas privadas, governo, terceiro setor e demais interessados em atuar na área de ecologia. O objetivo do curso é formar um profissional, ainda raro no mercado brasileiro, capaz de criar e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sustentável.

Seu corpo docente é composto por doutores, em sua maioria pesquisadores do IPÊ e alguns convidados, todos com atuação em pesquisas aplicadas no campo da Biologia da Conservação ou na área socioambiental e de sustentabilidade.

terça-feira, 30 de março de 2010

GESTÃO DAS ÁGUA


A água é um mineral presente em toda a natureza, nos estados sólido, líquido e gasoso. O atributo notável é ser bem de múltiplos usos, destinando-se aos mais diversos fins, como: abastecimento público; geração de energia elétrica; navegação; dessedentação de animais; suprimento industrial; crescimento de culturas agrícolas; conservação da flora e da fauna; recreação e lazer. Todos os seres vivos detêm o direito de usá-la.

A gestão das águas pode ser definida como o conjunto de ações destinadas a regular o uso, o controle e a proteção dos recursos hídricos, em conformidade com a legislação e normas pertinentes.

A lei federal 9.433/97 constitui a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) que estabelece a propriedade da água pelo Estado e reconhece a água como um bem de valor econômico e dispõe seis instrumentos de administração, sendo: os planos de recursos hídricos para bacias hidrográficas; o enquadramento dos cursos de água; a outorga para o uso da água; a cobrança para o uso da água; a compensação aos municípios e o sistema de informação de recursos hídricos. Essa lei designa o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SNGRH) para empregar a gestão integrada das águas; resolver os conflitos; executar a PNRH e promover a cobrança dos recursos hídricos.

A lei estadual 13.199/99 estabelece a Política Estadual de Recursos Hídricos (PERH) e o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SEGRH) atuando em conformidade com a lei citada acima. Essa lei adotou os mesmos instrumentos citados acima, porém acrescentou novas informações de acordo com a realidade de Minas Gerais, como: o plano estadual de recursos hídricos; os planos diretores de recursos hídricos de bacias hidrográficas; o rateio de custos das obras de uso múltiplo e as penalidades.

Esta gestão implica num plano de ação, no qual integra projetos e atividades com o intuito de promover a recuperação e a preservação da qualidade e quantidade dos recursos das bacias hidrográficas brasileiras e atua na recuperação e preservação de nascentes, mananciais e cursos d'água em áreas urbanas.

Nesse contexto, o papel da gestão da qualidade total é o de fornecer conceitos e ferramentas específicas, de modo a poder traduzir todo o arcabouço legal e institucional já definido, em ações viáveis em benefício da sociedade, preservando e melhorando o uso do vital do elemento água.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ILHA DE BOIPEBA - COSTA DO DENDÊ - BAHIA - UM PARAISO

Boipeba - Clique para ampliar


A Ilha de Boipeba está inserida no Arquipélago de Tinharé, que compõe o município de Cairu, situado no Baixo Sul da Bahia.
Cercada de um lado pelo oceano e de outro pelo estuário do Rio do Inferno, a ilha se destaca por uma rara beleza natural e grande diversidade dos seus ecossistemas.
m'boi pewa - é uma palavra tupy que quer dizer "cobra chata", em referência a tartaruga marinha de onde se originou o nome Boipeba.
Boipeba contempla floresta densa da Mata Atlântica, restinga, dunas, extensos manguezais e praias paradisíacas com coqueirais e recifes de grande valor ecológico e paisagístico.
Os recifes se estendem pela costa e tornam as praias abrigadas das ondas e correntes. Estes recifes são muitos largos e cortados por canais e poças.
A flora e fauna são ricas de uma grande variedade de corais, algas, peixes, moluscos, ouriços, estrelas e outros. Além disso, pode-se constatar a existência de tartarugas marinhas na região, as quais desovam em diversas praias da ilha.
As áreas florestais encontradas na ilha servem como abrigo para diversas espécies da fauna, destacando-se uma grande variedade de aves e colibris, tatus, raposas e répteis entre outros.
Em razão da importância do patrimônio natural e a necessidade de proteção dos ecossistemas das Ilhas de Tinharé e Boipeba, o Governo do Estado da Bahia criou a Área de Proteção Ambiental (APA) das ilhas Tinharé e Boipeba pelo decreto estadual 1.240, de 5 de junho de 1992.
Interessados na realização das ações propostas pelo Plano de Manejo, moradores de Boipeba, reunidos na Associação dos Moradores e Amigos de Boipeba, conceberam a proposta de Desenvolvimento Sustentável da Ilha de Boipeba. Com esta proposta, a Amabo, quer contribuir para a melhoria de vida da população da ilha e criando um exemplo como desenvolver as atividades econômicas, especialmente o turismo, sem degradar o meio ambiente.

Mainformações pelo site www.ilhaboipeba.org.br

ECOPARQUE DE UNA - UMA PASSEIO À MATA ATLÂNTICA

RPPN - Uma riqueza da nossa região
Visitantes europeus e os cooperativistas Maria Morais e Cel. Winston Meireles, além das estagiárias da universidade britânica (London South Bank University), Valentina Ravasio e Evandra Lassalette.

O Ecoparque de Una é um parque turístico localizado no município de Una, 45 km ao sul de Ilhéus. Seu grande atrativo é uma passarela a 30 metros de altura, entre as copas das árvores. O projeto, desenvolvido pela CI-Brasil em parceria com o Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da Bahia (IESB), é uma reserva privada do patrimônio natural (RPPN) e preserva um trecho importante de Mata Atlântica, contínuo à Reserva Biológica de Una. Além do ecoturismo, o Ecoparque possui atividades de educação ambiental, pesquisa científica e conservação. A visitação ao parque permite o mínimo de impacto ambiental e o máximo de contato com a natureza. Acompanhados por guias especializados, treinados pelo IESB, os visitantes podem ver a beleza do local com outra perspectiva e, com um pouco de sorte, ver animais raros como o mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas) e o macaco-prego-do-peito-amarelo (Cebus apella xanthosternos) em seu hábitat natural.
A caminhada até a passarela é também muito agradável. No início do passeio, pode-se ter a visão da extração artesanal da borracha em um autêntico seringal. Por toda a trilha, há placas com informações sobre as riquezas da floresta. Ao final da caminhada de 2 km, o visitante ainda conta com a opção de um banho refrescante nas águas do rio Maruim.