domingo, 19 de setembro de 2010

Programa mercado de carbono cooperativo

Foto by brasilcooperativo.coop.br

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Lançado durante a comemoração do Dia Internacional do Cooperativismo, em 16 de julho de 2008, o “Programa Inserção Sustentável das Cooperativas no Mercado de Carbono” foi desenvolvido com base nos três pilares da sustentabilidade, social, econômico e ambiental, cujos objetivos são:

Ambiental - Propiciar às cooperativas a redução das emissões de Gases Efeito Estufa (GEE) e de resíduos da produção agropecuária e agroindustrial, contribuindo para a mitigação de seus passivos ambientais e, conseqüentemente, das mudanças climáticas do planeta, de modo a garantir a sustentabilidade dos recursos renováveis para as futuras gerações;

Social - Promover o desenvolvimento da sociedade cooperativa e da comunidade onde estão

inseridas, permitindo a inclusão do pequeno produtor no mercado; e

Econômico - Prospectar novas oportunidades de mercado para as cooperativas, renda adicional aos associados e desenvolvimento de diferenciais competitivos.

Estratégias
Metodologias de pequena escala aplicáveis em cooperativas
Metodologias de grande escala aplicáveis em cooperativas

Estratégias

Para alcançar eficácia no programa foram estabelecidas quatro linhas ação:

- capacitação: capacitar técnicos das organizações estaduais da OCB na prospecção de oportunidades de negócio do mercado de carbono e de cooperativas potenciais para a implementação de projetos;

- workshops: realizar trabalhos em oficinas regionais para o desenvolvimento inicial de projetos de MDL por cooperativas e disseminar informações estratégicas do mercado de carbono;

- projeto-piloto: desenvolver um modelo de projeto de MDL em uma cooperativa para ser replicado no sistema cooperativista;

- aliança estratégica: reunir parcerias em Aliança Estratégica para facilitar a execução de processos e o acesso a recursos materiais, humanos, tecnológicos e financeiros necessários para a implementação do projeto-piloto. Esta aliança possui, ainda, a atribuição de desenvolver políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento de projetos de MDL em cooperativas de pequenos produtores. As entidades que integram a AE são o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Banco do Brasil (BB) e Food and Agriculture Organization (FAO)

Os resultados esperados são:

- passivos ambientais das cooperativas identificados;
- projeto-piloto desenvolvido para ter como linha de base de redução de GEE um modelo a ser replicado;
- informações estratégicas do mercado de carbono disseminadas às cooperativas;
- posicionamento de responsabilidade social do cooperativismo reforçado;
- geração de diferenciais competitivos aos produtos e serviços das cooperativas, resultantes do investimento em MDL;
- contribuição para ampliar a participação do Brasil no mercado de carbono;
- contribuição para a mitigação da mudança do clima global
.

Fonte: OCB

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

2ª TURMA DO MESTRADO EM CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM SERRA GRANDE

Clique na imagem para ampliar
Teve início neste dia 16 de agosto a 2ª turma do Mestrado em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS/IPÊ campus Serra Grande.
Os mestrandos, Maria C. Morais, Maria de Lourdes, Aine Valéria, Walter Lima de Sousa, Rones Flasgordes, Juca Cunha, Ana Claudia, Raquel Mendes, Fábio Lopes, Natália Coelho, Reinaldo Martins e Marco Aurélio, assistiram a primeira aula com as professoras Cristiana Martins, doutora em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas que atualmente exerce a função de coordenadora e professora deste mestrado e Suzana Pádua, doutora em educação ambiental, presidente do IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, fellow da Ashoka, líder Avina e Empreendedora Social Schwab. Ambas portanto super competentes em suas áreas de atuação.
Foi uma tarde de interação com dinâmicas que favoreceram o perfeito entrosamento entre os mestrandos.

Foto: Paraíso
Texto: Maria Morais

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aquífero Alter do Chão é o maior reservatório de água do planeta descoberto recentemente na amazonia

O aquífero Alter do Chão já era conhecido dos cientistas. Eles só não sabiam que era tão grande.
Em nenhum outro lugar ela é tão farta. Tirando as geleiras, um quinto da água doce existente no mundo está na Amazônia. Parece muito, mas os rios e lagos do lugar concentram só a parte visível desse tesouro.

Debaixo da terra existem lagos gigantes, de água potável, chamados aquíferos.

Até agora, o maior do planeta era o Guarani, que se espalha pelo Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Mas, um grupo de pesquisadores acaba de revelar que o aquífero Alter do Chão, que se estende pelo Amazonas, Pará e Amapá, é quase duas vezes maior.

"Isso representa um volume de água de 86 mil quilômetros cúbicos. Se comparado com o Guarani, por exemplo, ele tem em torno de 45 mil quilômetros cúbicos", explicou Milton Mata, geólogo da UFPA.

A maior parte do aquífero Guarani, no sul do Brasil, está debaixo de rocha. Já no aquífero na Amazônia tem terreno arenoso. Quando a chuva cai, penetra com facilidade no solo. A areia faz uma espécie de filtro natural. A água do reservatório subterrâneo chega limpa, boa para beber.
Perfurar o chão de areia é fácil e barato. O poço nem precisa de estação de tratamento químico. Na casa de Márcia a água sai direto para torneira. "Pode beber. É bem limpinha", contou.

Dez mil poços particulares e 130 da rede pública já usam o aquífero para abastecer 40% da população de Manaus. Mas a maior parte da cidade ainda depende da água dos rios.

"Você pode abastecer todas as cidades da Amazônia com Alter do Chão sem problema e deixar de usar águas superficiais que estão todas contaminadas", falou o geólogo.

Agora, os pesquisadores querem ajuda da Agência Nacional de Águas e do Banco Mundial para concluir o estudo. Num planeta ameaçado pelo aquecimento, o aquifero Alter do Chão é uma reserva estratégica.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje

domingo, 25 de julho de 2010

TURISMO SUSTENTÁVEL

foto e texto: maria morais

O Turismo sustentável atende, simultaneamente, às necessidades dos turistas e das regiões receptoras, ao mesmo tempo em que protege e amplia as oportunidades para o futuro. É um condutor ao gerenciamento de todos os recursos, de tal forma que as necessidades econômicas, sociais e ambientais possam ser satisfeitas sem desprezar a manutenção da integridade cultural, dos processos ecológicos essenciais, da diversidade biológica e dos sistemas que garantem a vida.
O planejamento e prática do turismo sustentável é a mais eficaz forma de evitar a ocorrência de danos irreversíveis nos meios turísticos, de minimizar os custos sociais, econômicos e ambientais que afetam os moradores das localidades, e de otimizar os benefícios do desenvolvimento turístico.
Uma forma de se fazer este tipo de turismo é através do cooperativismo. O turismo cooperativo rural abre uma porta para a sustentabilidade e conservação da biodiversidade.
Em Ilhéus-Bahia, existe uma cooperativa de turismo que atende a este tipo de turismo, acesse www.cooperbomturismo.blogspot.com ou via e-mail cooperbomturismo@hotmail.com para mais informações.


fonte: act


domingo, 18 de julho de 2010

ALUNOS DA UNOPAR POLO ILHÉUS APROVADOS PARA O MESTRADO EM CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Os alunos da UNOPAR-Ilhéus, Maria C. Morais e Rones F. Sousa foram aprovados em 1º e 5º lugar respectivamente, para o Mestrado em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da ESCAS - Campus Serra Grande.

Aprovado e reconhecido pela CAPES, o Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável está entrando em seu terceiro ano é considerado inovador por seguir uma tendência de mercado ao unir teoria e prática.

O mestrado é ministrado pela ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, universidade localizada em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, que nasceu da união entre o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – e a Natura Cosméticos, pelo compromisso de ambos em conservar os recursos socioambientais brasileiros.

O Mestrado é voltado a profissionais de empresas privadas, governo, terceiro setor e demais interessados em atuar na área de ecologia. O objetivo do curso é formar um profissional, ainda raro no mercado brasileiro, capaz de criar e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sustentável.

Seu corpo docente é composto por doutores, em sua maioria pesquisadores do IPÊ e alguns convidados, todos com atuação em pesquisas aplicadas no campo da Biologia da Conservação ou na área socioambiental e de sustentabilidade.

terça-feira, 30 de março de 2010

GESTÃO DAS ÁGUA


A água é um mineral presente em toda a natureza, nos estados sólido, líquido e gasoso. O atributo notável é ser bem de múltiplos usos, destinando-se aos mais diversos fins, como: abastecimento público; geração de energia elétrica; navegação; dessedentação de animais; suprimento industrial; crescimento de culturas agrícolas; conservação da flora e da fauna; recreação e lazer. Todos os seres vivos detêm o direito de usá-la.

A gestão das águas pode ser definida como o conjunto de ações destinadas a regular o uso, o controle e a proteção dos recursos hídricos, em conformidade com a legislação e normas pertinentes.

A lei federal 9.433/97 constitui a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) que estabelece a propriedade da água pelo Estado e reconhece a água como um bem de valor econômico e dispõe seis instrumentos de administração, sendo: os planos de recursos hídricos para bacias hidrográficas; o enquadramento dos cursos de água; a outorga para o uso da água; a cobrança para o uso da água; a compensação aos municípios e o sistema de informação de recursos hídricos. Essa lei designa o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SNGRH) para empregar a gestão integrada das águas; resolver os conflitos; executar a PNRH e promover a cobrança dos recursos hídricos.

A lei estadual 13.199/99 estabelece a Política Estadual de Recursos Hídricos (PERH) e o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SEGRH) atuando em conformidade com a lei citada acima. Essa lei adotou os mesmos instrumentos citados acima, porém acrescentou novas informações de acordo com a realidade de Minas Gerais, como: o plano estadual de recursos hídricos; os planos diretores de recursos hídricos de bacias hidrográficas; o rateio de custos das obras de uso múltiplo e as penalidades.

Esta gestão implica num plano de ação, no qual integra projetos e atividades com o intuito de promover a recuperação e a preservação da qualidade e quantidade dos recursos das bacias hidrográficas brasileiras e atua na recuperação e preservação de nascentes, mananciais e cursos d'água em áreas urbanas.

Nesse contexto, o papel da gestão da qualidade total é o de fornecer conceitos e ferramentas específicas, de modo a poder traduzir todo o arcabouço legal e institucional já definido, em ações viáveis em benefício da sociedade, preservando e melhorando o uso do vital do elemento água.